Objectivo do dia ir a Monte Cook, o ponto mais alto da região. São 220 km, entre Queenstown e Monte Cook, passando por montanhas, lagos e vales.
Depois de atestar o Nissan Tiidda, que adora gasolina, foi rumar a Cromwell, uma estrada nova, uma nova direção, e depois de passar uma parte mais montanhosa cheia de curvas fechadas, é aproveitar a descida que nos leva a um vale espectacular. Este vale destaca-se pela longas extensoes de vinhas, que nesta altura apresentam os tons de Outono. A maioria dos vinhos produzidos aqui sao monocasta, sendo que a casta pinot noir, é a mais utilizada. Para quem é interessado pelo tema creio que teria aqui um dia bem passado entre as diversas quintas.
Depois surge mais um montanha desta vez acompanhada pelo rio que segue a mesma direcção da estrada, com as suas aguas cristalinas, convidativas a um banhoca fresquinha, mas a corrente não.
Após a descida da montanha, o vale tranforma-se numa planice a perder de vista, creio que mais de 80 km, em linha quase recta. Cenário unico para se poder contlemplar as montanhas ao redor, com os seus topos carregados de neve, assim como os seus recortes no horizonte.
De seguida, surgem junto à estrada os lagos, mas não são apenas lagos, são Mirror Lakes, lagos quereflectem a imagem do que os rodeia, devido ao efeito da luz e da traquilidade das aguas. Impossivel não parar e tirar uma 1 GB de fotos. Quando se olha para a foto ate parece montagem ou um efeito especial, impressionante! O que seria do PhotoShop se fossem todos assim?!
Mas o melhor estava para vir, pouco depois de passar uma terriola de nome Twizel, uns10 km a frente, encontramos o lago Pukaki. O Lago Pukaki rebenta qualquer plano de viagem, é simplesmente maravilhoso, conseguem imaginar um lago de aguas azul turquesa ??! , pois é estranho, mas não é imaginação, realmente existe e são uns belos 50 km, resultado do degelo dos diversos glaciares, as aguas tomam a cor azul turquesa, devido ao seu fundo e pureza do gelo derretido.
Se juntamos a um lago de aguas cristalinas azul turquesa, um vale com o Monte Cook no topo, temos o Pukaki Lake , provavelmente uma das mais belas paisagem do planeta Terra. Os castanhos das árvores que adornam as encostas da montanha, os picos brancos de neve, o cinzento lunar das pedras que surgem nos pequenos rios, vindos da montanha...cortam-nos a respiração....
A chegada a base do Monte Cook, deixando o lago Pukaki pelas costas, adiciona pontos ao local, a visao do monte com os seus vales onde os rios glaciares parecem tão perto e ao mesmo tempo tão longe.
No centro de informações do parque natural Monte Cook, percebi a existência de uma nova realidade, o turismo de alpinismo. Aqui havia indicaçoes para tudo, metereologia, tempo de subida, Bases, e refugios na montanha, até havia malta equipada a rigor, com as suas botas com picos, a esclarecer dúvidas e obter informaçoes. O que acabei de ouvir é contagiante, nao consigo sair dali sem experimentar...nem que seja um pequeno trail. Sim, ali sem o equipamento adequado nao nos podemos entusiasmar, as condições meteorológicas podem se alterar significativamente de um momento para o outro.
Avanço alguns metros e ao contemplar o rumo dos pequenos riachos que se formam pela água que desce da montanha, deparo-me com uma indicaçao de um trail com duração média de 1 hora. Não vás mais longe!!! Como o Sol ainda estava comigo, decidi arriscar! E assim começo a subir os trilhos que acompanham a montanha.
Quanto mais subia, mais espantado ficava. Aquele cenário é extraordinário, nunca tinha visto nada assim. Pelo menos assim pensava! Mal contornei a montanha, deparo-me com um lago verde esmeralda!!! Impressionante!!!! Aquele cenário num silêncio imenso... só se ouve o vento! E assim que a minha vista tenta alcançar o início do lago, deparo-me com um glaciar! O glaciar Tasman! Afinal aquele fascinante lago verde esmeralda teria, até ha pouco tempo atrás, feito parte do glaciar! Mas afinal como é esse glaciar?! Nem sei se poderei descrever desta forma, mas naqueles instantes foi essa a imagem retida...um rio de neve, uma imensidão de gelo que permanece ali há muitos mas muitos anos e que acompanha a forma da montanha. Infelizmente, mais uma vez o aquecimento global deixa marcas, e a extensão que outrora fora glaciar, hoje divide-se num lago...neste caso, lindíssimo! Apesar de achar que aquela imagem me irá acompanhar durante muito tempo, registei mais 1GB em fotografias e vídeos!
O tempo passa sem dar conta, até que o Sol começa a esconder-se atrás do Mount Cook e de repente ouve-se o vento, que fica cada vez mais intenso. Será um sinal?! Nao sei, mas parece-me que está na hora de voltar para o carro e prosseguir a viagem de regresso.
Quanto mais subia, mais espantado ficava. Aquele cenário é extraordinário, nunca tinha visto nada assim. Pelo menos assim pensava! Mal contornei a montanha, deparo-me com um lago verde esmeralda!!! Impressionante!!!! Aquele cenário num silêncio imenso... só se ouve o vento! E assim que a minha vista tenta alcançar o início do lago, deparo-me com um glaciar! O glaciar Tasman! Afinal aquele fascinante lago verde esmeralda teria, até ha pouco tempo atrás, feito parte do glaciar! Mas afinal como é esse glaciar?! Nem sei se poderei descrever desta forma, mas naqueles instantes foi essa a imagem retida...um rio de neve, uma imensidão de gelo que permanece ali há muitos mas muitos anos e que acompanha a forma da montanha. Infelizmente, mais uma vez o aquecimento global deixa marcas, e a extensão que outrora fora glaciar, hoje divide-se num lago...neste caso, lindíssimo! Apesar de achar que aquela imagem me irá acompanhar durante muito tempo, registei mais 1GB em fotografias e vídeos!
O tempo passa sem dar conta, até que o Sol começa a esconder-se atrás do Mount Cook e de repente ouve-se o vento, que fica cada vez mais intenso. Será um sinal?! Nao sei, mas parece-me que está na hora de voltar para o carro e prosseguir a viagem de regresso.
Se existisse uma entrada para Middle Earth, diria que seria por aqui.

























